Os oito álbuns que o Legião Urbana lançou entre 1984 e 1997 estão de volta às lojas. Os discos foram relançadas em CD (tanto vendidos separadamente, quanto reunidos numa caixa) e em vinil.
As edições em CD mantiveram os encartes originais e ainda adicionaram fotos inéditas e textos escritos especialmente para o relançamento. Já os vinis voltam com capas duplas. "A Tempestade" e "Uma Outra Estação", originalmente lançados apenas em CD, voltam ambos com dois LPs cada.
A má notícia é o preço: a gravadora sugere que o box com os CDs saia por R$ 350 e os vinis custem de R$ 120 a R$ 190.
O lançamento comprova que, mesmo 14 anos após a morte de seu líder, Renato Russo, a banda ainda é uma das mais populares do país.
Segundo informações do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), Russo foi o 43º compositor que mais arrecadou com execução pública de suas obras em 2009.
A EMI, gravadora do grupo, informa que a banda vende cerca de 20 mil discos por mês. "Entre artistas que já não produzem inéditas, só os comparo aos Beatles", diz Luiz Garcia, gerente de marketing do selo.
"A obra da Legião Urbana, ao continuar sendo ouvida, lembrada, citada, admirada e até mesmo cultuada, faz comOpções de postagem que nós da família possamos sentir não apenas orgulho, bem como uma certa surpresa, pois vivemos num pais que não preserva a sua memória histórica ou artística", afirma Carmem Manfredini, irmã de Renato Russo.
Para Junior Reis, baterista da banda tributo Legião Urbana Cover do Brasil, o segredo da longevidade do grupo é a atualidade das composições de Renato Russo.
"As músicas dele são como grandes companheiros de uma época, mas que ainda se encaixam na realidade de hoje", teoriza. "Por isso mesmo vemos muitos jovens de 15, 12 anos nos nossos shows: as coisas que o Renato escreveu continuam atuais".
Fonte: IG.com.br
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