Uma recente pesquisa do instituto Datapopular revela que 61% dos internautas de baixa renda não fecham uma compra online sem antes conferir pessoalmente as características dos produtos em lojas físicas. Esses consumidores têm receio de cometer erros no momento da compra e temem não encontrar nas lojas virtuais as mesmas garantias oferecidas pelos varejistas tradicionais. Entre os consumidores de classes A e B, entretanto, essa modalidade de compra cresce vigorosamente, como mostra a tabela abaixo:
FATURAMENTO DO E-COMMERCE NO BRASIL
2005 = R$ 2,50 bilhões (+ 43% ref. 2004)
2006 = R$ 4,40 bilhões (+ 76% ref. 2005)
2007 = R$ 6,40 bilhões (+ 45% ref. 2006)
2008 = R$ 8,20 bilhões (+ 28% ref. 2007)
2009 = R$ 10,6 bilhões (+ 29% ref. 2008)
2006 = R$ 4,40 bilhões (+ 76% ref. 2005)
2007 = R$ 6,40 bilhões (+ 45% ref. 2006)
2008 = R$ 8,20 bilhões (+ 28% ref. 2007)
2009 = R$ 10,6 bilhões (+ 29% ref. 2008)
(fonte: e-Bit)
Comprar pela rede é uma excelente alternativa para evitar o trânsito caótico das grandes cidades nesta época do ano. E para evitar surpresas desagradáveis, bastam alguns cuidados básicos.Se possível, faça suas compras em estabelecimentos conhecidos. Abaixo listamos as 20 maiores lojas da internet brasileira em volume de faturamento. Antes de fechar a primeira compra, não deixe de checar prazo para entrega, procedimentos para reclamação e devolução do produto.
Não se esqueça de guardar todos os dados da compra, incluindo nome do site, especificação das mercadorias, valor e forma de pagamento dos itens adquiridos. Cheque também as despesas com fretes e possíveis taxas adicionais.
Caso decida comprar em loja desconhecida, verifique se há reclamações contra ela no Procon de seu Estado ou Município. E não deixe de identificar o endereço da empresa e seu número de CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) no site do Comitê Gestor da internet no Brasil, o www.registro.br.
Fonte: hiperconectado.com.br
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